Agora são exatamente: horas e minutos. Olá, caro amigo! Seja bem vindo, boa leitura e volte sempre.
quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Falando de Língua Portuguesa


Não clica, porra. Já falei.


Eu estava conversando com minha filha Nicole, uma linda e muito esperta garotinha, quando esta me falou sobre uma pessoa que havia conversado com ela pelo Zap e que havia cometido um erro terrível, teria escrito "con tido" ao invés de contigo. Eu ri, claro. E até inteirei a ideia dela dizendo "com migo", "con nosco" e por aí vai. Eu também disse a ela que havia infelizmente presenciado uma pessoa escrevendo "de mais" e, pior ainda, "de mas" ao invés de demais. Aí minha esposa ouvindo nossa conversa disse o seguinte:

- Vou pedir para o Nilson - este que vos escreve é o Nilson - para me ensinar essas coisas.

Essas palavras me chamaram a atenção e pensei em como eu poderia ajudá-la e, quem sabe, até outras pessoas. Nesse caso... você? Talvez. Eu espero. Mas preciso dizer que não possuo nenhum tipo de formação na área. Mas diariamente sou responsável por produzir vários documentos para a PMPA, e procuro sempre zelar pelo texto confecciono. Sempre buscando aprender um pouco mais sobre gramatica e redação.

Mas seguindo a ideia de educar e/ou mostrar aquilo que sei sobre a língua portuguesa a minha amada esposa, não sei nem por onde começar. Mas tenho uma ideia, talvez deva começar pelo que ela mais usa no seu dia a dia, assim com vocês.


Então vamos lá.


VOCATIVO

Primeiro a Definição geral da palavra.

- adjetivo substantivo masculino
- LINGÜÍSTICA
1. diz-se de ou forma linguística us. para chamamento ou interpelação ao interlocutor no discurso direto, expressando-se por meio do apelativo, ou, em certas línguas, da flexão casual.
2. adjetivo que chama, que serve para chamar.
"caso v."


Agora a definição do que realmente ela é.

O VOCATIVO é a pessoa com quem se fala, seja ela real ou mesmo imaginária. Para deixar isso mais claro, vamos aos exemplos, explicando caso a caso.


Casos de Pessoas Reais.

 - Maria, que hora você vem?
- Não sei dizer o que aconteceu, Pedro. Ela saiu sem dizer nada. Mas parecia estar muito zangada.
- Gente do Grupo, bom dia.


Casos de Pessoas coisas Imaginárias.


CASOS gerais, ou mais usados, do uso da vírgula

1 - Assinalar o Vocativo.

2 - Assinalar o Aposto.

3 - Assinalar termos explicativos.

4 - Assinalar termos deslocados da oração.

5 - Assinalar comentários.


A GENTE E AGENTE


USO DOS PORQUÊS


PARA, PÁRA, PARÁ


ESTÁ E ESTA












sexta-feira, 19 de abril de 2019

Mini Manual do Clash Royale


APRESENTAÇÃO.


Olá, caro amigo. Seja muito bem vindo ao mini manual do Clash Royale, que será escrito por este que vos fala. E meu nickname do Royale é NodesBR. É pode me chamar assim se quiser. Meu amigos mais próximos me chamam dessa forma. Já me acostumei. Sou o Líder ativo do clã Os melhores (#R8GLUC).



Uma breve introdução.
Eu já havia escrito algo parecido, mas bem curto e foi há muito tempo atrás. O que pode ter mudado muita coisa de lá pra cá. Aí, algo me fez lembrar daquele artigo. Mas não recordo bem o que foi. Então, resolvi fazer um manual mais completo e mais explicativo.
Bom.. vamos lá.
Mas vamos com calma. Tenho um pouco mais a dizer antes de partimos para as dicas.
Assim, este mini manual não será sobre dicas de como montar o melhor deck do Royale, tampouco será para mostrar o Deck mais fodão de todos, que faria você ganhar todas as partidas, pois isso não existe (Counters, meu amigo, Counters). O seja, se veio até aqui achando que este seria assim, me perdoem a petulância em dizer: vá embora antes que se arrependa de ter lido qualquer linha abaixo. Pois, não é o objetivo deste manual tamanha façanha. Aqui estará contida dicas valiosas que conheço e uso no game. Dicas que serão de estratégia e de possíveis modos de jogar por parte de cada jogador. E uma coisa você pode ter certeza, as dicas a seguir não foram inventadas por acaso, muito pelo contrário, elas foram fruto de uma longa jornada de incontáveis partidas, de horas e mais horas jogando jogando desde a arena inicial até a que estou atualmente, Liga II.



Vamos às dicas:
01 - Escolha um deck que você saiba usar.
Como disse no início desse manual, não adiante ter um super Deck Fodástico (FD), como o famoso “LavaLoom” do meta atual, se você não sabe usá-lo de forma adequada. Eu mesmo sou um bosta com “Lava”. E de XBesta sou ainda pior (Puta merda, que faz SasPorras?! Aí viram modinhas eternas. Caralho, vei!). Você deve saber a função de cada carta do seu deck e como ela deve interagir com as demais. Por exemplo: o DinamoBR(Cz) sempre usa, e está correto ao meu ver, o Mago (o que dispara fogo) atrás e o Cavaleiro (Velhinho) na frente como tanque (dê uma olhada na imagem abaixo). É uma forma inteligente, uma vez que o Velhinho tem muitos hits de vida e o Mago, se bem upado, dá um dano em área bastante elevado nas cartas que vem à frente do Velhinho. E para complementar, ele também utiliza uma das minhas cartas favoritas no game, o Tornado, que juntamente com o mago, vira a principal defesa do Dinamo. Acho que já deu pra entender. Mas se ainda resta alguma dúvida, posso continuar exemplificando. Caso você use o Mineiro, assim como eu sempre procuro tê-lo no deck, é bom ter uma carta de apoio - tipo um veneno, um tronco, uma flecha, uma bola de fogo ou alguma carta similar. O motivo é que os players usam a carta mais leve de seu Deck para evitar tomar mais dano do Mineiro. Geralmente utilizam o Exército de Esqueletos, a Gangue de Goblins e até mesmo os Servos ou a Horda de Servos (malditos níveis 13). Aí você tendo em mãos uma dessas cartas de apoio que citei, seu Mineiro dará o dano que precisa e você, de quebra, levará a tropa que ele usar na defesa da torre. Bacana, né?
01a - Ainda referente à dica acima, é muito importante, tente upar suas cartas de forma inteligente, upando somente as mais importantes de seu Deck (tipo: os tanques, os feitiços, os magos...), upando as cartas que também são usados em outros decks. Dessa forma, quando estiver em uma arena mais alta, não vai se arrepender de ter upado um deck que não vai mais usar ou que somente usará ocasionalmente em algum evento.


(Deck atual do DinamoBR(Cz) - 2019)


02 - Tente saber qual deck seu oponente tem em mãos.
Extremamente importante,
Antes de partir para um ataque efetivo, tente saber qual deck seu oponente tem em mãos, pois desse modo, sabendo qual tipo de deck seu adversário dispõe, você poderá selecionar cartas adequadas para counterar um ataque toda vez que ele liberar uma carta específica - (como por exemplo posso citar o Barril de Goblins, caso ele esteja usando, você deve separar o Tronco, o Barril de Bárbaros, a Bola de Fogo ou mesmo o Zap para usar sempre contra o Barril; também posso citar o danado do Balão, uma vez que atualmente, pelo menos em arenas ou ligas mais altas, está sendo muito usado (malditos baloeiros) - você deve separar uma construção, seja lá qual for, um dos magos que esteja usando ou uma carta de sua defesa área) - e daí partir para uma ataque mais efetivo, pois terá evitado um dano direto e mortal.

03 - Saiba economizar elixir.
Complicado...
Pare de ser um gastão de elixir, pois na hora que você realmente precisar dele, não terá uma só gota em mãos para se defender de uma simples gangue de Goblins. Tente usar somente uma quantidade moderada, apenas o suficiente para o seu ataque ou para a sua defesa, tentando dessa forma sempre deixar uma quantidade para a defesa de um possível contra-ataque. Já imaginou o cara vir pesadão e você não ter nem uma gota em mãos? Foda, né? Mas acontece muito no Royale. Eu mesmo tomei na rabiola várias e várias vezes por ser muito gastão. Então, mano vei, essa é uma das dicas mais preciosas do game, e só se aprende se lascando muito. Eu e o meu amigo DinamoBR(Cz) que o digamos.

04 - Saiba aceitar dano na hora certa.
Essa dica aqui parece ser boba, pois você pode pensar: "tomar dano? Que dica de otário! Vim pra ver uma dica de tomar dano no Royale?". Bom... meu caro, acompanhe a seguinte linha de pensamento:
a - A torre do oponente está pra cair;
b - Ele está desesperado, jogando igual um louco todas as cartas que tem em mãos, tentando não perder a partida;
c - Aí ele percebe que pode tentar te enganar, mandando carta(s), como por exemplo o corredor, do outro lado da arena, tentando fazer com que você gaste elixir se defendendo, isso para não derrubar a torre dele que tem poucos hits de vida;
d - Nesse momento, contanto que sua torre tenha hits suficientes para não cair, claro, você deve aceitar o dano do corredor e usar seu todo seu elixir para finalizar a torre dele.
Ainda é uma dica de otário? Talvez seja mesmo. Mas muitas partidas são ganhas habilmente dessa forma. Pense bem...

05 - Não jogue estressado.
Com o tempo, o Royale passa de um game muito divertido e bacana de se jogar todo dia a um grandessíssimo filho de uma puta. Isso mesmo. Eu mesmo passei um bom tempo sem jogar, sem sequer abrir o game. Na verdade, fiz foi desinstalar o maldito. O motivo? Estresse, raiva, ódio e todos os sinônimos compatíveis (risos). Tudo isso do Royale. E pode até ser que você não venha a sofrer desse mal, o que eu duvido muito. Pois mesmo os mais calmos e “relex” da vida em algum momento serão testados: a net cairá no momento de subir aquela arena e você descerá e será humilhado ao ponto de ter que jogar com níveis mais baixos que o seu. É... isso acontece bastante. Juro. Aí, nesse ponto, meus caros leitores, toda mansidão que houver no seu coração, vai á merda. Aí, o cara explode e xinga como um velho com prisão de ventre depois de semanas sem defecar direito. Mas calma... respire fundo... desligue-se um pouco do game... tome uma água bem lentamente… E se possível saia do jogo. Tente voltar somente quando estiver se sentido melhor da raiva, Rage. Aí, quando voltar, você verá que era apenas raiva de momento e que você é um bom jogar, e não aquela bosta de plaeyer que estava errando cada jogada besta. (Ou não.)

(Aguarde as próximas dicas. Em breve...)

06 - Tente Predcit’s.


07 - Seja econômico.


08 – Use feitiços.


09 – Puna o oponente que for gastão.


10- Sempre tente um Push completo.


11 - Use o centro da arena a seu favor.
Não lute na ponte das arenas.


12 - Distribua bem suas tropas.
Evitar dano de bolas de fogo e venenos nas tropas.


13 - Assista partidas de outros jogadores.
Veja aonde eles erram. E tente evitar tais erros. Veja aonde eles acertam e copie as jogadas a seu modo.
segunda-feira, 4 de março de 2019

Diário de um menino levado.

01



Hoje, 04 de março de 2019 (nossa!, como o tempo passou rápido para mim que nasci em 1981), uma segunda-feira, fui com meu filho Nícolas cortar o cabelo, pois eu e ele estávamos muito cabeludos. Eu estava assim por ainda estar de férias, faltando apenas um dia para o fim dela. E ele estava assim por que espera por mim para levá-lo ao barbeiro. Ele ainda é apenas um garotinho.

Estou escrevendo esta nota porque, enquanto meu filho estava cortando o cabelo, acabei lembrando de algo de minha infância: meu avô dizia que, quando o cabelo de uma criança fica muito grande, ela fica fraca, pois o cabelo acaba chupando as vitaminas, deixando a criança magrela. E quando lembrei disso, acabei falando alto, e todos ouviram. A maioria lembrou dessa época, e acabou concordando comigo.

Foi engraço isso. 







sábado, 2 de março de 2019

A lenda do pais dos Deuses, Odin.




Odin ou Ódin (em nórdico antigo: Óðinn; em germânico comum: Wōdanaz) é considerado o deus principal do clã dos deuses Æsir, o clã mais importante de deuses da mitologia nórdica e nas crenças das religiões neopagãs germânicas. Também é conhecido como "Pai de Todos" e "O enviado do Senhor da Guerra".

Seu papel, como o de muitos deuses nórdicos, era complexo; era o deus da sabedoria, da guerra e da morte, embora também, em menor escala, da magia, da poesia, da profecia, da vitória e da caça. Era sobretudo adorado pelas classes sociais superiores.

Odin morava em Asgard, no palácio de Valaskjálf, que ele construiu para si, e onde se encontra seu trono, o Hliðskjálf, onde podia observar o que acontecia em cada um dos nove mundos, graças aos seus dois corvos Hugin e Munin. Durante o combate brandia sua lança, chamada Gungnir, e montava seu cavalo de oito patas, chamado Sleipnir.

Era filho de Borr e da jotun ("gigante") Bestla, irmão de Vili e Vé, esposo de Frigg e pai de vários dos deuses asses (Æsir), tais como Thor, Balder, Vidar e Vali. Na poesia escáldica faz-se referência a ele com diversos kenningar, e um dos que são utilizados para mencioná-lo é Allföðr ("pai de todos").

No fim dos tempos Odin conduzirá os deuses e os homens contra as forças do caos na batalha do fim do mundo, o Ragnarök. Nesta batalha o deus será morto e devorado pelo feroz lobo Fenrir, que será imediatamente morto por Vidar, que, com um pé sobre sua garganta, lhe arrancará a mandíbula.

Quanto ao elevado saber de Odin, relata-se que nem sempre foi assim, sábio e mágico poderoso; ávido por conhecer todas as coisas, quis beber da fonte da Sabedoria, onde o freixo Yggdrasill mergulha uma das raízes; mas Mímir, seu tio, o guardião da fonte, sábio e prudente, só lhe concedeu o favor com a condição de que Óðinn lhe desse um de seus olhos. Ele então encontrou na água da fonte milagrosa tanta sabedoria e poderes secretos que pôde, logo que Mímir foi morto na guerra entre os Æsir e os Vanir, lhe conferir a faculdade de renascer pela sabedoria: sua cabeça, embalsamada graças aos cuidados dos deuses, é capaz de responder a todas as perguntas que lhe dirigem. Após adquirir tantos conhecimentos, procurava depois revelá-los em duelos de palavras, em que aposta a vida e sai sempre ganhado. Além do mais, por várias vezes se dirige a profetisas e visionárias, pedindo informações estranhas, dando-lhes em paga ricos presentes.


Disfarces

Em muitas passagens, descrevem-se as andanças de Odin, em que se apresenta sob o disfarce de um viajante baixo e de cabelos escuros, envolvido numa enorme capa azul ou cinza, com um chapéu de abas largas, quebradas acima do olho perdido e o outro olho negro faiscante, como nas baladas édicas Vafþrúðnismál e no Grímnismál, e com os nomes significativos de Gagnrad (o que determina a vitória), Grimnir (o disfarçado), além do Hávalmál (parte III) e nos Baldrs Draumar, respectivamente com os nomes Hár (o elevado, o eminente, o sublime) e Vegtam (o acostumado aos caminhos).

A lenda do poderoso Deus do trovão, Thor.



Thor (nórdico antigo: Þórr) é o deus nórdico dos trovões e das batalhas. Pertence ao clã dos deuses Æsir, e é filho do Deus Odin.


Onde nasceu Thor?

Thor foi fruto da relação entre Odin e Gaia, a deusa da terra, tendo nascido em uma pequena caverna na Noruega. Odin, no entanto, levou Thor para ser criado em Asgard por sua esposa Frigga.


Itens mágicos.

Na mitologia nórdica, Mjölnir (o destruidor) é o poderoso martelo de enorme cabeça e cabo curto de Thor, Deus do trovão e das batalhas, o qual é feito de um minério místico especial chamado Uru e forjado no coração de uma estrela pelos lendários anões ferreiros, Brokk e Eitri. E por ter um cabo muito curto (defeito provocado por Loki quando transmutado em uma mosca, no momento de fabricação daquele martelo, e ao picar a testa do anão), é preciso que Thor utilize uma manopla de ferro chamada Járngreipr, a qual também foi feita pelos anões, para empunhá-lo. A citada manopla evita que o martelo escape de suas mãos quando em batalha, e, ao esticar o braço, chama-o de volta às suas mãos.


Já Megingjard é o cinturão que aumenta a força de quem o usa em 10 vezes, e é o terceiro artefato obrigatório no inventário de Thor, pois ele cede a força necessária para que o Deus do trovão empunhe o martelo.




Filhos.

Teve uma vida doméstica importante. Casou-se duas vezes: a primeira com a gigante Járnsaxa, que lhe deu um filho, Magni (força); e outro chamado Modi ("coragem"), que é citado em fontes antigas, mas sem referir o nome de sua mãe. E o segundo casamento, que foi muito mais importante no mito do deus Thor, foi com Sif, a bela dama de cabelos tão louros como o ouro. Com ela teve duas filhas: Lorride e Thrud.

Thrud, “a Regente do Tempo” era famosa por sua extraordinária beleza. Foi admirada e desejada por muito homens, mortais, heróis, deuses e até mesmo gnomos, dos quais um, chamado Alvis, foi petrificado por Thor para que se afastasse de sua filha. O nome Thrud significava, em nórdico antigo, "força e poder". Ela era considerada uma deusa regente do tempo cuja raiva trazia as nuvens escuras de chuva e as tempestades, e o bom humor deixava o céu da cor de seus olhos azuis.

Por vezes o outro filho de Sif, Uller, é também referido como filho de Thor, mas é apenas seu enteado. Sendo seu verdadeiro pai o jontum Orvandil.


Animais.



Thor percorria o mundo numa carruagem puxada por dois bodes chamados Tanngrísnir e Tanngnjóstr. Conta-se que, quando Thor percorria o céu nessa carruagem, as montanhas ruíam, e o barulho provocado pelas rodas do veículo originavam os trovões.


Sua Casa.

Thor habitava em Thrudheimr (ou Thrudvangr) no salão Bilskirnir, onde recebia os pobres depois que haviam morrido. Esse salão possuía 540 acomodações e era considerada a maior de todas as construções. 


A morte de Thor.





No Ragnarok, a batalha final entre Deus e Gigantes, a tarefa de Thor era a de matar Jormungand, a Serpente de Midgard (uma criatura tão grande que envolvia toda a Terra), um dos filhos do Deus Loki, porém Thor não conseguiu matar a serpente e acabou morrendo em batalha contra o animal.







Curiosidades:

Os anglo-saxões deram o nome de Thor ao quinto dia da semana, Thursday, ou Thor's day (quinta-feira, em inglês); o mesmo aconteceu entre os escandinavos que chamaram a quinta-feira de Torsdag. O mesmo acontece no idioma alemão em que a quinta-feira se chama Donnerstag (donner = trovão; tag = dia).

O mensageiro de Thor era o veloz Thjalfi e sua criada era Röskva, irmã de Thjalfi.

Era Thor o deus que mais possuía templos na Escandinávia.









Amuleto representativo do martelo de Thor, encontrado em 1877 na EscâniaSuécia.









Vídeo sobre o tema.



 
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